quinta-feira, novembro 26, 2015

Megalomania - Superficialidade cristã - A Retórica política e a Onda de Alter Ego Virtual


"Portanto, irmãos, esforçai-vos com dedicação cada vez maior, confirmando o chamado e a eleição com que fostes contemplados, pois se agirdes desse modo, jamais abandonareis a fé." II Pedro 1:10 

Já vi de tudo no meio cristão brasileiro. Mas nada foi tão assustador, e chato até agora, do que essa onda de alter ego virtual, os "pseudointelectuais cristãos políticos".

Há uma neura acompanhada de pedantismo facebookiano que está dando "gold status" a retórica política no meio cristão. Temos uma onda de críticos da pregação do Evangelho que não carrega retórica política. É como se fosse obsoleto o simples anunciar do Reino dos céus, diante da necessidade de falar dos reinos da terra. Já vi inclusive reverendos de peso sendo menosprezados por, segundo os críticos, não carregarem muitos vídeos no youtube de sermões de cunho político. Há aventureiros até abandonando a fé por acreditarem que há mais consciência política em outros lugares.

Existe a necessidade do meio cristão fazer exposição crítica referente a política? Claro! Aliás, como sempre venho falando aqui, não apenas a Igreja deve funcionar como crítica do Estado, mas principalmente ela deve apresentar uma cosmovisão teo-referente aos seus membros, sobretudo, porque o cristão está no mundo (embora o mesmo não seja dele). A Escritura fala que o cristão é tanto o sal, como a luz da terra. (Mateus 5:13-16)

A ''boa nova'' de Cristo traz conceitos transformadores que mudam o homem em todos os âmbitos de sua vida, e isso obviamente não exclui suas responsabilidades civis. O próprio conceito de ''mordomo de Deus'', implica em cuidar com zelo e fidelidade dos bens do seu Senhor, ou seja, o Senhor da Criação nos confiou tarefas a serem administradas, sejam elas sociais, familiares, econômicas ou mesmo políticas, é dever do cristão administrar tudo da melhor forma, caso contrário torna-se infiel. Portanto, o senso do sagrado, o senso de responsabilidade e de profunda dependência de Deus, devem acompanhar o cristão. 

A questão é: a mera retórica política cristã é eficaz? Não. Principalmente se ela não passar de alguns posts no facebook. É apenas "palava solta", como meu próprio post por exemplo. A função do mordomo de Deus implica em uma dedicação bem mais significativa e eficiente, longe de toda megalomania, que no fundo denuncia a superficialidade de uma vida cristã dissimulada.

Há um ideal político cristão? Sim. -- Mas, diante da sua realidade sócio-politica, o ideal político cristão pode existir? Se sim. Como você pode contribuir de forma prática para que ele funcione? Se você não é capaz de lidar de forma prática com essa realidade, seu ideal político cristão não passará de utopia. E, aquele simples irmãozinho alienado que dobra os joelhos todas as noites e ora com fé para que Deus abençoe as autoridades ordenadas por Ele, é politicamente menos neutro do que você, que de peito estufado mantém um caso de amor com a própria consciência. 

Até parece que ultimamente ser cristão é o mesmo que ser contra o marxismo cultural, se identificar como "conservador de direita", demonizar os muçulmanos e ver meia dúzia de vídeos com palestras no youtube. É claro que é bom (e necessário), você estar atento a realidade que te cerca, o cristão precisa rejeitar tudo aquilo que não condiz com a Verdade que ele crê. Óbvio! Mas estão construindo um bezerro de ouro chamado "posicionamento político". E claro, a retórica política no facebook, inclusive a de cunho cristão, tem sido a reza com que o adoram. Só que ser cristão não é bem isso, jovem... Eis o motivo de Cristo ter se feito Servo humilde neste mundo. Você precisa servir: ''combater o bom combate, completar a corrida, perseverar na fé!" (II Timóteo 4:7).


•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

quarta-feira, novembro 25, 2015

Black Friday - Livros

Separei uma lista com bons livros que você pode encontrar na Amazon.com - Preços ótimos para uma Black Friday inesquecível!


Gostaria de indicar vários livros do C.S Lewis por exemplo, e tantos outros autores que estavam super em conta, mas todos já estão esgotados no site. Mesmo assim separei alguns que já tenho, e já li, outros separei pelo preço e por saber que são diferenciais que se destacam em meio a hegemonia brasileira. Ainda não tenho todos que estão na lista, mas pretendo ter. Como os estoques estão esgotando muito rápido, fiz uma rápida seleção pra você garantir alguma coisa boa e fazer essa Black Friday, ser inesquecível para sua biblioteca! 

O frete é grátis se a compra for mais de R$ 69.90. Eu sempre compro no site e as encomendas chegam super rápido, os livros também estão sempre bem embalados.

Procure pelas caixas especiais com as obras de Tolstói e Victor Hugo, estão com bons preços. -- Vou começar com a dica de uma caixa que me apaixonei, e já garanti para minha biblioteca. Achei uma super promoção! A Caixa Especial está linda, e tem 4 volumes com as obras mais consagradas de Jane Austen! Como não comprar?

Cada livro está saindo por praticamente R$ 10.00. Vale a pena! 


Jane Austen - Caixa Especial
4 Volumes
De 91.60 por R$ 45.10


Jane Austen é uma das escritoras inglesas mais famosas, passados mais de dois séculos de sua morte. Autora de romances como Orgulho e preconceito, Razão e sentimento e Persuasão, consagrou-se por seus diálogos afiados e pela ironia presente em seus romances. Seus recursos de linguagem tinham um alvo específico: a sociedade provinciana inglesa do século XVIII.

Nasceu dia 16 de dezembro de 1775, em Hampshire, na Inglaterra. Filha do reverendo George Austen e de Cassandra Austen, foi a segunda mulher dentre sete irmãos. Quando completou oito anos, foi enviada a um internato – junto de sua irmã Cassandra, sua melhor amiga durante toda a vida – para receber a educação formal. Seu contato com os livros vem do acesso à biblioteca da família, permitido após a volta do colégio interno.
Na adolescência, Austen escrevia comédias, e seu primeiro livro bem acabado foi Lady Susan, escrito em forma epistolar, quando a autora tinha dezenove anos. Em 1797, Austen já havia escrito dois romances, Razão e sentimento (primeiramente chamado de Elinor and Marianne) e Orgulho e preconceito (originalmente First Impressions). Oferecidos pelo pai da inglesa a um editor, os livros foram rejeitados. A publicação dos títulos ocorreu só em 1811 e 1813, respectivamente, assinados com o codinome de “uma senhora”.
Jane Austen também é autora de EmmaMansfield Park e A abadia de Northanger, romances nos quais buscava retratar a sociedade da época e a busca da mulher pelo melhor casamento, como única forma de ascender socialmente. As aparências são apresentadas pelos diálogos e contradições dos personagens, em um texto carregado de ironia.
A proximidade de seus textos com sua vida levam a uma leitura autobiográfica da obra de Austen, e mesmo nunca tendo se casado, acredita-se que Jane teve namorados. Quando jovem, chegou a aceitar um pedido de casamento e, em seguida, fugiu.
Morreu em 18 de julho de 1817, aos 42 anos, vítima do mal de Addison. Deixou inacabado o romance Sanditon.

Os Irmãos Karamázov - Fiódor Dostoiévski


De 79.90 por R$ 43.90

Um romance com quase 1.000 páginas que você lê rapidamente e termina com vontade de ler mais. Essa edição é linda, capa dura, ótima tradução e excelente formatação. Me interessei pela obra quando li essa frase:

“O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto em que não distingue nenhuma verdade nem em si, nem nos outros e, portanto, passa a desrespeitar a si mesmo e aos demais. Sem respeitar ninguém, deixa de amar e, sem ter amor, para se ocupar e se distrair entrega-se a paixões e a prazeres grosseiros e acaba na total bestialidade em seus vícios, e tudo isso movido pela continua mentira para os outros e para si mesmo.“ - Dostoiévski


Você Não É Tão Esperto Quanto Pensa

de David McRaney 

Ótimo preço: R$ 22.90 

Sabe aquele livro que você precisa ler? Então... foi um livro divisor de águas pra mim. 

Você se acha esperto? Você pode acreditar que é um ser racional cujas decisões são baseadas em lógica fria e imparcial. Mas aqui está a verdade: você não é tão esperto. É tão iludido quanto o resto da humanidade. “Você não é tão esperto quanto pensa” revela 48 mentiras que contamos a nós mesmos constantemente. Ao olhar para essas mentiras, este livro responde a questões como: Por que parece que não conseguimos romper com maus hábitos? Por que os projetos em grupo são sempre complicados? E por que é tão difícil superar as primeiras impressões? Cada capítulo funciona como um curso de psicologia que nos estimula a repensar decisões de forma inteligente e bem-humorada.

Roger Scruton

Separei uma lista com vários livros do filósofo e escritor inglês que é uma das figuras mais marcantes do conservadorismo Britânico do séc. XX. É só clicar e comprar!

Já tenho  - "O que é Conservadorismo'' - "Pensadores da Nova Esquerda" - "Como Ser Um Conservador" - Vale a pena tê-los na sua biblioteca. Os preços estão interessantes!


Espinosa
De 13.60 por R$ 8,70

Como Ser Um Conservador 
De 38.00 por  R$ 17.60

Beleza
De 48.00 por R$ 25.20 

As Vantagens do Pessimismo
De 44.90 por R$ 26.90

Pensadores da Nova Esquerda
De 59.00 por R$ 34.50 

O que é Conservadorismo
De 59.00 por R$ 34.90 



Livro lançamento - Lobão



Em Busca do Rigor e da Misericórdia. Reflexões de Um Ermitão Urbano

O Lobão é uma figura extremamente ímpar, e além de ter se lançado em uma experiência nova como artista aborta também seu lado político. Está com ótimo preço! 

Theodore Dalrymple

Médico psiquiatra - aproveitando a experiência de anos de trabalho em países como o Zimbábue e a Tanzânia, bem como na cidade de Birmingham, na Inglaterra, onde trabalhou como médico em uma prisã, tem escrito sobre culturaartepolíticaeducação e medicina

Além de seu trabalho em medicina nos países já citados, Anthony Daniels, que usa o pseudônimos Theodore Dalrymple e Edward Theberton, já viajou extensivamente pela ÁfricaLeste EuropeuAmérica Latina e outras regiões. 

Todos os livros traduzidos para o Português, estão em promoção:




Contra a Maré Vermelha - Um Liberal sem Medo de Patrulha

Um livro de Rodrigo Constantino por apenas R$ 10.10 

Contra a maré vermelha reúne 80 crônicas de Rodrigo Constantino publicadas no jornal O Globo entre 2009 e 2014. Sempre de modo original, e sem medo de patrulha, o autor destrincha o país em que vivemos e mais uma vez mostra por que é voz incontornável para o Brasil que não barganha com a democracia. 

Pare de Acreditar no Governo. Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado


Um livro de Bruno Garschagen - Apenas R$ 16.90


Bruno Garschagen é mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford e formado em Direito. 

Colabora com textos e podcasts para o Instituto Ludwig von Mises Brasil, Ordem Livre, Instituto Millenium, O Insurgente e mantém seu próprio blog no qual trata de filosofia política, relações internacionais, economia e cultura. Uma obra fundamental para o momento que vive o paísPor qual razão nós brasileiros, apesar de não confiarmos nos políticos, a quem dedicamos insultos dos mais criativos e variados, pedimos que o governo intervenha sempre que surgem problemas? Por que vamos para as ruas protestar contra os políticos e ao mesmo tempo pedir mais Estado – como se este não fosse gerido pelos... políticos? Por que odiamos os políticos e amamos o Estado? Por que chegamos à condição de depender do Estado para quase tudo? Bruno Garschagen busca entender como se formou historicamente no Brasil a ideia de que cabe ao governo resolver todos ou a maioria dos problemas sociais, políticos e econômicos. De Dom João VI a Dilma Rousseff, um compromisso inabalável uniu todos os governantes, inclusive aqueles chamados (erradamente, segundo o autor) de liberais ou neoliberais: a preservação do Estado monumental e mesmo o seu crescimento. Por quê? Para responder a esse conjunto de questões, o autor vasculha a história política do Brasil desde que os portugueses aqui chegaram até os dias de hoje. Com texto brilhante, leve, bem-humorado e informativo, recorrendo também às explicações de pensadores brasileiros e portugueses, tece uma espécie de conversa entre os intelectuais que refletiram sobre a cultura política do Brasil para narrar a história de um país cuja formação cultural se confunde com a onipresença da burocracia nacional. 


•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

domingo, novembro 08, 2015

Amizade desinteressada. Raridade.

Quantos amigos você tem?

“Dos amores humanos, o menos egoísta, o mais puro e desinteressado é o amor da amizade.” - Cícero

Amizade desinteressada é raridade. Nem todo mundo está disposto a construir relacionamento íntimo, amigo. Relacionar-se intimamente sem interesse, ou seja, sem esperar algo em troca. Disposto a dar, antes mesmo de pensar em receber. É uma raridade. Além do que, intimidade gera desprezo, acomoda e amortece o medo de decepcionar. E, quem está disposto a sobrepujar a desatenção? 

Só o amor constrói uma relação consistente que ultrapassa a superficialidade do próprio ser. Estar à vontade em ser você, sem desejo de impressionar para conquistar, exige entrega. E quem tem coragem de se entregar sem garantia de receber algo em troca? 

A falta de amor proporciona a busca interesseira. Busca-se algo que geralmente não está disposto a dar. É onde nascem as cobranças, as exigências, as mágoas ou mesmo o distanciamento. Ser sugado é desgastante. Assim como doar-se demais é cansativo. Aí a relação balança, esfria ou mesmo morre, porque amizade mesmo só funciona quando ambos querem se doar, sem interesse. Descobrem um no outro as qualidades que eles têm para admirar, os defeitos para suportar. A base forma-se no respeito, e a relação dura no amor. 

Amizade desinteressada é rara. Dificilmente não há uma procura por bem estar nas qualidades do outro, e ao descobrir alguns defeitos, a vantagem é afastar-se. E quem não quer ter vantagem?

Dificilmente você adentra na intimidade do outro, descobre seus medos, defeitos, e o ama por isso. Mas curiosamente espera ser amado sem ressalvas. 

Quem alimenta uma relação de amizade porque busca encontrar no outro solução para os seus problemas não quer um amigo, quer um estepe. É um interesseiro. Por isso doa-se muito pouco enquanto cobra (espera) demais. Quer ser servido, consolado, ouvido mas não quer servir, consolar e escutar. É o tipo de pessoa que até tem bons amigos mas nunca é de fato um amigo, dificilmente na angústia será um irmão. Afinal de contas, o que uma pessoa angustiada tem pra oferecer ao interesseiro? É por isso que as muitas amizades podem levar a ruína, mas há amigos mais chegados do que irmãos. (Provérbios 18:24)

Vale muito a pena tentar construir "amizade desinteressada", vivenciar o verdadeiro valor desse sentimento é privilégio de poucos. Até mesmo porque se você não espera muito do outro, decepciona-se menos e vive mais em paz consigo mesmo, consciente de que deu o teu melhor até onde o outro te deu espaço para dar. E se a relação acaba, não foi por falta do teu amor. Tanto que você está disposto a perdoar ou restabelecer a relação sempre que o outro precisar. Acontece que se o outro é interesseiro, quando não vê mais vantagens em alimentar a relação com você, depois de ter te sugado ao máximo, ele simplesmente te esquece. 

Já teve esse privilégio na vida? Dar e receber sem interesses. Ter amizades desinteressadas e ver na angústia nascer irmãos. -- Amigos são raríssimos, mas ultrapassam o tempo, duram para sempre. Por isso a amizade é uma relação muito preciosa. Ofereça amizade para alguém. Apenas ame. 
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“Os que não podem conceber a Amizade como um amor substancial, mas apenas como um disfarce ou elaboração do Eros, atraiçoam o fato de que nunca tiveram um amigo.” - C. S. Lewis 

"A amizade verdadeira e genuína pressupõe uma participação intensa, puramente objectiva e completamente desinteressada no destino alheio; participação que, por sua vez, significa nos identificarmos de facto com o amigo." - Schopenhauer - Aforismos sobre a Sabedoria da Vida

"A Amizade é desnecessária - como a filosofia, como a arte, como o próprio universo (pois Deus não precisava criar). Ela não tem valor de sobrevivência; ela é, antes, uma das coisas que dão valor à sobrevivência." [de: Os Quatro Amores, pág. 100] C.S.Lewis


•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

quarta-feira, outubro 28, 2015

Conservador sim, machista NÃO.

"Não deixe que a alienação institucional o classifique como machista"

Ei feminista, machista é a mãe!

Por Cris Corrêa

Estima-se que 1 em cada 6 homens é sexualmente abusado antes dos 18 anos, e que leva no mínimo 20 anos para que a vítima comece a superar (dados: MaleSurvivor.org). Os abusos são cometidos em maioria por familiares e parentes, ou por babás, ou seja, são casos que se enquadram na violência doméstica. Um recente e polêmico caso que tem balançado a Inglaterra, traz a história de um menino de 11 anos que foi abusado sexualmente por sua babá Jade Hatt de 21, a quem o juiz concedeu perdão judicial por considerar que a vítima teve culpa, a decisão foi reforçada pelo próprio pai do menino que afirma que seu filho “é louco por sexo”. O fato denuncia o descaso com que a violência sofrida pelo sexo masculino é tratada, quando não ignorada.

Em 2010 uma série de estudos denominados de “Mapa da Violência”, publicada pelo Instituto Sangari, com apoio do Ministério da Saúde e do Ministério da Justiça, revela em pesquisa o número de homicídios oriundos de violência doméstica cometidos aqui no país, foram no total 8.770 mortes no ano, sendo 1.836 mulheres e 6.934 homens assassinados. Um homem a cada 1 h 15 minutos morre vítima de violência doméstica no Brasil, enquanto morre uma mulher a cada 4 h 46 min, pelo mesmo motivo. Em relação ao total de homicídios causados por violência doméstica, estima-se que são 79,1% de homens e 20,9% de mulheres mortos. Um estudo realizado por Fernanda Bhona, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em Minas Gerais (2013), apontou que homens são os que mais sofrem violência doméstica praticada por suas parcerias. Com um total de 480 participantes, a pesquisa apontou que 77% de um grupo de 292 mulheres com relação conjugal afirmam ter xingado, humilhado ou intimidado o parceiro. A agressão física do companheiro - tapas, socos ou chutes - foi assumida por 24% das mulheres. E, segundo as próprias mulheres, apenas 20% dos parceiros cometeram o mesmo tipo de agressão contra elas. Há dez anos, outra pesquisa realizada em 16 capitais brasileiras apresentou resultados semelhantes a essa pesquisa. O nível de agressão psicológica entre os casais ficou em 78,3% e o de abuso físico, 21,5%, apresentando um cenário contrário ao que se atribui normalmente ao homem, o de agressor.

Por que esses homens não entram na discussão sobre a violência doméstica no Brasil, se também são vítimas? A resposta é simples, porque são homens. Quem controla a discussão do tema são “feministas de gênero”, coletivo que ironicamente defende a concepção de gênero da pederasta Simone de Beauvoir: “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”. A ideologia de que a feminilidade é uma construção social é falaciosa, e tende a classificar todo homem como “um agressor/estuprador em potencial”, ou seja, para as feministas os homens são indiscutivelmente “machista opressor”.

Em quase todos os países do mundo a maioria dos órgãos sérios, científicos e realmente comprometidos com a violência doméstica, trazem evidências de que mulheres agridem tanto quanto, ou mais do que, os homens. Vários estudos pelo mundo ratificam isso. A extensa e renomada bibliografia compilada por Martin S. Fiebert, do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual da Califórnia aponta em resumo o seguinte:

“Esta bibliografia examina 286 investigações acadêmicas: 221 estudos empíricos e 65 resenhas e/ou análises, que demonstram que as mulheres são tão fisicamente agressivas ou mais agressivas do que os homens em suas relações com os seus cônjuges ou parceiros do sexo masculino. A dimensão da amostra global nos estudos criticamente analisados ultrapassa os 371.600.”

Há um conceito chamado ''viés da confirmação'', é o método de ver o mundo como um filtro. É um bloqueio mental ao qual todos estamos sujeitos, nosso cérebro busca o tempo todo informações que confirmem nossas crenças. No livro ''Você Não é Tão Esperto Quanto Pensa'', o autor chama atenção para algo primordial nesse sentido. Ele diz que ''na ciência, você se aproxima mais da verdade ao procurar evidências contrárias. O mesmo método talvez devesse ser usado também para formar suas opiniões''. Mas, no Brasil, a ideologia feminista domina as universidades, consequentemente as pesquisas que ganham mídia e atingem as massas são esmagadoramente voltadas a reforçar essa ideologia. A população em geral é direcionada para consumir informações filtradas, o que acaba distanciando a atenção do cidadão da própria realidade, criando assim, crenças com perspectiva feminista sem fundamento verdadeiro. Por isso, ver no ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio) uma redação com tema ideológico, para quem não segue a ideologia política do feminismo, é deveras revoltante. 

Não se trata de "ser contra" a discussão sobre violência doméstica, o tema acabou sendo o foco principal da redação do exame. É certo que existem homens extremamente violentos que abusam da força para oprimir suas parceiras e a família em geral, assim como existem mulheres perversas, com alto nível de periculosidade que promovem abusos e violência dentro de seus lares. A discussão sobre o abuso/violência doméstica não deve ser abandona, pelo contrário, deve ser um assunto discutido de forma ampla e honesta para buscar soluções efetivas e justas. Entretanto, a discussão deve chamar atenção para a REALIDADE que não pode jamais ser ignorada para potencializar um grupo como único "vítima passível" de agressão. Excluir do quadro de violência doméstica todos os outros indivíduos que também sofrem com a mesma violência dentro de suas casas, seja sexual, psicológica, física ou mortal, não é honesto tampouco justo. 

É certo que as mulheres não são as únicas vítimas de violência doméstica, porém, onde estão os gráficos e estatísticas que incluem o sexo masculino na discussão do problema? Eles simplesmente não são divulgados ou mesmo levados a sério, e com certeza não é porque o homem deixa de sofrer com esse tipo de violência. Os dados recolhidos baseiam-se em fatos que revelam a verdade, os homens também são vítima desse contexto. Os inúmeros casos passam longe da pauta do Movimento Feminista porque acabam colocando a falácia da “luta pela igualdade” em descrédito, e ao feminismo não interessa discutir sobre todas as pessoas que sofrem com a violência doméstica, o movimento tem demonstrado que trabalha para que a mulher deixe de se ver como um indivíduo parte da sociedade e passe a ver-se como vítima dela, enquanto isso coloca-se como abrigo oferecendo proteção ilusória com discursos pífios de ''sororidade'' (irmandade), transformando o feminismo em coletivo necessário para a sobrevivência da mulher. Assim, uma discussão que avalie todo contexto de violência doméstica no Brasil de forma honesta, não ajuda a sustentar a ideologia pregada pelos coletivos feministas. 

O silêncio em relação ao quadro geral denuncia que a própria mídia não tem interesse pela realidade, e que a ideologia feminista tão forte nas universidades, acaba expressa nos jornais servindo como reforço do discurso político da esquerda. 

Ao estudar a História e a maneira como o Movimento Feminista nasceu, assim como sua forma de atuação na sociedade em diferentes épocas, a conclusão é de que o movimento serve apenas como um dos braços da esquerda na revolução cultural
Feministas militam por uma bandeira política específica visando na verdade recrutar "militantes de utopia" ao invés de atrair indivíduos que buscam soluções para problemas reais. É a velha máxima marxista de dividir a sociedade atacando sempre as estruturas conservadoras, principalmente o cristianismo e a família tradicional. Eis a base ideológica² de TODO feminismo.

O foco da redação do ENEM 2015 potencializou apenas a ''violência contra a mulher'', com isso reforçou a idéia de que o homem é seu único agressor, ainda que na realidade a mulher também apareça como agressora de outra mulher. Existem diferentes motivos que podem levar a essa violência, os quais estão estatisticamente muito além dos míseros números de violência oriunda de misoginia (ódio ao sexo feminino), negar essa realidade para potencializar um discurso político serve apenas para promover uma espécie de "esquizofrenia coletiva" no país. A realidade é que não há “feminicídio”, e alguém precisa dizer isso em voz alta sem ser taxado de machista pela histérica militância, aliás, o próprio termo "machista" é novilíngua¹ usado para inibir qualquer discurso contrário ao que vem sendo pregado pelo feminismo ao longo dos anos. Há sim (infelizmente) mulheres vítimas de homicídio, mas por diferentes causas como já dito. No Brasil, assim como na maioria do mundo, ainda são raros os estudos que revelam as reais motivações de quem mata as mulheres, e os que são produzidos aqui nas universidades não são muito confiáveis devido a ideologia predominante, ou seja, não há dados confiáveis e nem suficientes para embasar o argumento de que a mulher brasileira está morrendo por ser mulher. 

Os registros dos casos confirmam que entre os assassinos estão a maioria dos atuais ou antigos maridos, namorados (as) ou companheiros (as), inconformados em perder o domínio sobre uma relação que acreditavam controlar, ou seja, um comportamento típico do que configura-se como “crime passional”. O fato excluí mais uma vez o discurso feminista de que mulheres morrem massivamente, e exclusivamente por conta da misoginia. A prática do homicídio contra a mulher aponta para a raiz passional, seguido de motivos fúteis, uso ou venda de drogas. Esses homicídios deveriam ser enquadrados no número geral de assassinatos no Brasil, como ocorre com os homens, e no contexto de diferentes motivos, “eles” morrem mais do que “elas”. No Brasil são mais de 50 mil homicídios por ano. Em 2014, foram registrados 143 assassinatos por dia. Segundo a OMS o Brasil tem o maior número absoluto de homicídios do mundo. O relatório mostra que, de cada 100 assassinatos no mundo, 13 são no Brasil. Em média, são 6 pessoas assassinadas por hora no nosso país. Do total de homicídios, calcula-se que 91,4% das vítimas no Brasil são do sexo masculino, ou seja, quase 100% dos milhares de homicídios cometidos aqui, são contra os homens. Os dados correspondem aos últimos 30 anos.

Independente dos motivos que levam aos exacerbados números de homicídios no país, independente do sexo de quem morre. As pessoas estão se matando! É causa urgente encontrar meios efetivos para resolver a triste realidade do Brasil. 

Um dos problemas mais graves que o país enfrenta é a falta de segurança efetiva e o aumento da impunidade. Milhares desses homicídios ocorrem nas ruas devido ao tráfico e consumo de drogas, assaltos, sequestros relâmpago, e na maioria das vezes os autores dos crimes sequer são punidos. Brigas e discussões banais também aparecem como motivos de homicídio, o que chama a atenção para outro problema social, a degradação moral e a falta de princípios éticos de uma sociedade mergulhada cada vez mais em conceitos ideológicos de cunho marxista. O Brasil está vivendo uma “revolução social” nos moldes de Gramsci. Por isso, afirmar que o tema da redação do ENEM 2015 foi apelativo e doutrinador, não é nenhum exagero, é sim, a constatação do óbvio. O MEC inibiu o pensamento daqueles que não defendem a ideologia feminista e forçou o estudante a dissertar de acordo com uma política que não corresponde à realidade em que ele está inserido. Afinal, excluir do contexto de uma discussão séria como a violência, todas as vítimas que aparecem no quadro geral (independente do sexo), para discutir problemas de grupos específicos (focando no sexo), divide a população em classes e nega o valor do indivíduo como parte de uma sociedade justa.

Levantar discussão sobre um tema através de informações filtradas, direcionar para um discurso político que reforça a militância feminista, a mesma que corresponde a agenda daqueles que estão no poder, é sem sobra de dúvidas, revelar que no Brasil a esquerda busca alienação de forma propositadamente institucional. O Ministério da Educação está a cada dia que passa provando que trabalha para alienar o estudante brasileiro. E você, é obrigado a bancar toda essa engenharia com o suor do seu trabalho. 

Usar a máquina pública para doutrinar e reforçar o “viés de confirmação” de um Partido que se mostra totalitário, acaba sendo a pior forma de violência cometida no país. 

Infelizmente a verdade é que no Brasil só é permitido ver o mundo através de um filtro, e, quem está controlando a forma como você enxerga é a esquerda que transformou o Estado em Partido. Parece que o país está vivenciando a triste realidade Orwell 1984. -- Todo conservador, sobretudo o cristão, tem o dever moral de se manifestar publicamente contra o marxismo cultural que está sendo enfiado goela abaixo da nação. É necessário provar de forma honesta que ser REALISTA, não é o mesmo que ser "machista".|*


Notas: ¹A novilíngua faz parte da obra-prima de George Orwell - livro “1984″. Na ficção sombria do escritor britânico o Partido (Facção que se perpetuou no poder) incentivou o uso de um novo idioma para substituir o inglês. - Na realidade o conceito de machismo surge no final da década de 60 a partir do ''movimento de libertação das mulheres'', que passou a atribuir às características do que é masculino: força, coragem, maestria, honra e liderança, ao conceito de inferiorização da mulher pelo homem, especialmente nos países de língua inglesa. | ²No século XIX Marx e Engels aparecem com uma ideologia que dá origem ao conceito de "opressão feminina", usado como base de coletivos feministas até hoje. Lênin colocou em prática a ideologia marxista (O Socialismo e a Emancipação da Mulher V.I - Lênin); segundo a historiadora americana Wendy Goldman, a União Soviética foi pioneira nos "direitos das mulheres" de acordo com a concepção marxista, que inclui: aborto, divórcio e o exercício da mesma função pelo mesmo salário no mercado de trabalho, idéia defendida como o conceito de "emancipação da mulher" do lar e/ou da família.
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Texto atualizado, publicado inicialmente no blog Vista Direita.
•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

sábado, setembro 26, 2015

Mulher, o sexo frágil

O contexto atual, a chamada sociedade moderna, é construída em cima de ideais feministas. Desde Simone de Beauvoir, e seu livro "O Segundo Sexo'' (França, 1949), a imagem da mulher como sendo frágil, é rejeitada. O próprio fator biológico é ignorado para sustentar a falsa idéia de que "ninguém nasce mulher, torna-se mulher''', como se o ''ser feminino'' não fosse naturalmente nascido, mas uma construção social, histórica e cultural. Biologicamente homens e mulheres são diferentes, porém baseado nas idéias de Simone, o movimento feminista vem negando o fato no decorrer dos anos. Isso fez, com que a mulher moderna tivesse dificuldade de assumir-se como frágil. Demonstrar fragilidade causa estranheza, e muitas vezes duras críticas, principalmente da militância feminista, representada por movimentos políticos de esquerda. 

Porém, é importante para a mulher enxergar-se como o sexo frágil. Antes de desenvolver um pensamento sobre fragilidade é preciso definir o que é frágil. Há algumas definições interessantes como: ''efêmero: que dura só um dia'', assim como: ''Quebradiço - Que necessita de cuidados para se conservar''. 

Partindo dessas definições, não há por onde negar que sim, a mulher é frágil. De uma hora para outra, uma mulher pode ir da felicidade absoluta para o mau humor insuportável, e isso não é uma opinião crítica ao comportamento feminino universal é uma definição científica de que as flutuações hormonais que ocorrem no corpo de uma mulher, influenciam no comportamento dela. Aliás, a influência dos hormônios no COMPORTAMENTO HUMANO está longe de se limitar à adolescência, ou ao sexo feminino em si, mas o assunto em questão é voltado ao universo feminino e por isso o foco será apenas na figura da mulher. 

A mulher é um ser efêmero. A definição se encaixa perfeitamente na variação de humor, no comportamento muitas vezes exagerado, depressivo, dramático, ansioso que pouco ou nada tem ligação com a personalidade construída como indivíduo por exemplo. É certo que os hormônios afetam o emocional feminino, mensalmente e por todo decorrer da vida por conta do processo de envelhecimento, é algo inevitável, faz parte da vida de toda mulher. E por mais racionais e equilibradas que as mulheres possam ser, os hormônios sempre, de algum modo as tornam frágeis, afinal é bem difícil (não impossível) administrar de forma racional o temperamento quando o organismo esta passando por uma ''rebelião interna''. Admitir isso é o primeiro passo pra se tornar uma mulher adulta, madura e equilibrada. 

Muitas mulheres ''modernas'' que tem total controle sobre seus corpos, e fazem deles o que bem entendem, (já que é um ''direito conquistado'' pelo gênero) podem estar nesse momento sentindo-se aliviadas pelo fato de interromperem seus ciclos, acreditando que estão livres dessa fragilidade causada pelos hormônios, afinal existem diferentes medicamentos que prometem livrá-las de toda chateação típica ''daqueles dias''. Porém, eis uma ''má notícia'', há correntes de estudos (bem estruturadas) que defendem que o cérebro feminino é inundado por hormônios ao longo de todos os meses e, ao interromper a menstruação, a harmonia desse ciclo fica comprometida, interferindo no temperamento. Ou seja, sangrando ou não, a mulher fica emocionalmente afetada de vez em quando. Faz parte do ''universo feminino''. 

Não há como negar o fato. Porém, tudo isso não significa que uma mulher adulta, deva se esconder atrás dessa fragilidade existente pra justificar uma personalidade pueril. Mulheres que agem como loucas, de forma completamente incoerente, que são extremamente dependentes emocionais, dotadas de uma carência excessiva que beira ao absurdo, precisam de tratamento psicológico, terapêutico ou de uma postura firme e consciente diante da realidade da vida, pois são imaturas. Ao ficarem presas ao pensamento feminista de que ''não são frágeis'', muitas mulheres hoje estão bloqueando o próprio processo de amadurecimento pessoal, tornando-se vítimas de si mesmo, abrindo brechas enormes para homens tão infantis, desequilibrados, incoerentes, quanto elas. Além é claro, do fato de que se procriarem, criarão filhos igualmente desequilibrados. 

É possível ser uma mulher além da TPM. Existem várias que aprenderam a contornar suas variações hormonais e conseguem equilibrar sua fragilidade, não é algo impossível, até mesmo porque quando um indivíduo faz uso da inteligência que possui, o processo de amadurecimento é extremamente consciente e surgem inúmeras formas de administrar-se para chegar a um equilíbrio. Claro que ''ser uma mulher além da TPM'' não tira o título de sexo frágil, pelo contrário, a mulher continua sendo um ser efêmero, e a fragilidade estará sempre ''firme e forte'' acompanhando-a por toda vida. 

O desafio é assumir-se como o sexo frágil em uma sociedade que esta cada vez mais feminista, exigindo da mulher um papel masculino.

Artigo publicado na minha coluna no BlitzDigital
•°o.O Por Cris Corrêa O.o°•

quarta-feira, setembro 24, 2014

A verdade sobre Mulheres Anti-Feministas – O que a Folha não contou

No dia 08 de Setembro recebi um in box da jornalista Monique Oliveira, ela dizia estar escrevendo uma matéria sobre ‘’mulheres anti-feministas’’, e a agressividade com que as feministas reagiam a isso, para a coluna Folha Equilíbrio. Segundo ela, após ter lido um texto meu na page "Mulheres contra o feminismo’’, o interesse em me ouvir surgiu. Ela me ligou, conversamos cerca de uns 40 minutos. A conversa foi em torno dos motivos pelos quais eu não sou, e jamais serei uma feminista, depois trocamos mais alguns in box, todos referentes ao assunto. 

A matéria saiu hoje (23), e como esperado fez apologia ao Feminismo, colocando as mulheres contra o movimento, como desinformadas, frustradas com o movimento, e sem conhecimento suficiente para se tornarem ‘’anti-feministas’’. Por isso resolvi escrever o que a Folha não contou (pelo menos da minha parte).

O texto diz: A designer Cris Corrêa, 31, diz que uma performance de uma militante que se masturbou com um crucifixo foi um divisor de águas para a sua definição como antifeminista. "Achei um desrespeito total. Elas dizem respeitar todas as mulheres, e que o que importa é a autonomia, mas, nas redes, vejo uma postura de intolerância." - Matéria completa: Folha Equilíbrio e Saúde

Não disse que a tal performance foi um divisor de águas para que eu rejeite o movimento, disse que NUNCA FUI, e JAMAIS serei feminista por: 

  • Primeiro, conhecer o movimento e suas vertentes em diferentes décadas; 
  • Segundo, o movimento segue pauta comunista, se coloca contra a família tradicional, dissemina o discurso de que a Igreja e a moral cristã são o mal da sociedade; 
  • Terceiro, vendem a idéia de que a mulher é a maior vítima da sociedade, ignorando casos de agressões, crimes e abusos sofridos também contra homens; 
  • Quarto, não há respeito por mulheres que se declaram contra o feminismo, pelo contrário, há agressões verbais, ofensas em massa, e perseguição. 

Se há um divisor de águas na minha posição contra o feminismo, isso se deu pelo estudo do movimento, e da constatação de que: ele é um movimento político de esquerda, que jamais representará todas as mulheres, principalmente as cristãs. Esse ‘’divisor de águas’’, não é referente a uma frustração contra o movimento, como sugere a matéria, e sim uma constatação de que o feminismo (do qual nunca fiz parte) não passa de mais uma militância comunista. 

O Feminismo não pode continuar sendo tratado como um movimento coerente que representa o direito das mulheres, pois é um movimento histérico e completamente partidário. Para constatar o fato, é simples, basta estudar o início e o desenvolvimento do movimento na história. 

Qualquer mulher que se dispuser a estudar o feminismo de forma honesta, chegará à conclusão de que não há coerência na pauta que defendem. Não há uma luta por liberdade, pois as feministas censuram qualquer mulher que se posicione contra ao que elas defendem, não há uma luta por igualdade de direitos, pois muitos direitos exigidos por elas estão sendo colocados acima dos direitos dos demais cidadãos.

O desrespeito à fé cristã, a luta contra a preservação da moral na sociedade, a demonização dos homens, a depreciação da figura feminina, o desprezo pela vida, a luta em prol do comunismo, tudo isso esta no pacote do movimento, e precisa ser exposto pela mídia que parece ter medo de revelar os verdadeiros motivos que levam mulheres a não serem feministas. 

O feminismo é contraditório exatamente como o comunismo é, tentam o tempo todo colocar o capitalismo como o vilão social, mesmo fazendo uso dele para manterem-se no poder. Desmentir o conto de que vivemos em uma sociedade patriarcal machista que oprime as mulheres é essencial para que as pessoas comecem a enxergar o que de fato busca o feminismo, que é disseminar a idéia de que homens são misóginos, que o aborto é sinal de liberdade, que a família tradicional é o que sustenta o sistema capitalista, de que a moral cristã impede a modernidade, etc.

Estou cansada de matérias que buscam opiniões de ‘’especialistas alinhados ao feminismo’’, em maioria de esquerda, e que colocam o ‘’anti-feminismo’’ como: medo das diferenças, quando o que vemos é um movimento feminista que rejeita tudo que é diferente da pauta política que defendem. Algo historicamente comprovado, basta observar as feministas inglesas que se opuseram a Margaret Thatcher, por ser ela, uma mulher de direita.

Fico pensando qual seria a motivação de ouvir o que alguém tem para dizer contra o feminismo, e simplesmente ocultar da matéria. O texto traz as mesmas desculpas feministas de sempre, de que existem vários feminismos, e que para uma mulher se declarar anti-feminista, o faz por falta de informação. Me parece que há um certo receio de expor de forma honesta o que dizem mulheres não feministas, e a tendência de se apegar ao mais do mesmo, e ocultar a verdade sobre o Anti-Feminismo, não parece estar próxima de acabar. #oremos
•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

sexta-feira, agosto 29, 2014

Resposta Anti-Feminista para o choro Feminista - Parte 2

Conversando ontem com minha amiga Silvania, acabamos chegando a mais um texto do Escreva Lola Escreva. Rimos é claro, além de Lola usar a mesma foto que ilustra um dos meus textos mais lidos sobre ''os motivos que me fazem não ser feminista'', ela também se apoia na frase da Sil contra o aborto para engrossar o discurso de sempre. Curioso! :P

Escrevendo ainda em cima do ''anti-feminismo'', Lola usou ''testemunhos'' de anônimas que reafirmam a idéia idiota de que a sociedade é mesmo patriarcal e machista opressora. Tudo baseado em frustrações e experiências pessoais. (se tiver paciência, leia o texto aqui) - Para elas é tudo sempre culpa dos ''mascus'' (homens na linguagem feminista). De tudo que li nenhuma novidade, sempre repetem as mesmas lamúrias e os mesmos argumentos que são fracos e facilmente refutados com fatos históricos, basta estudar e aprender.

É óbvio que não podemos negar que existem casos de agressão e abuso contra a mulher. Sim existem, e são muitos, infelizmente. Mas também existe violência doméstica contra meninos, assim como o abuso sexual, e também são muitos. Meninos também são vítimas de abuso sexual, seja por outros meninos, homens (geralmente familiares) e também mulheres (familiares, babás, empregadas, vizinhas), esses casos em maioria são ignorados por conta da idéia absurda de que o abusado teria ‘’sorte’’ em ter sido iniciado sexualmente ainda na infância. Estima-se que 1 em cada 6 homens é sexualmente abusado antes dos 18 anos, e que leva no mínimo 20 anos para que a vítima comece a superar (dados: Male Survivor). E já que feminista adora uma pesquisa, curiosamente um estudo feito em MG no ano passado apontou que homens são os que mais sofrem violência doméstica praticada por suas parcerias. A pesquisa apontou que 77% de um grupo de 292 mulheres com relação conjugal afirmam ter xingado, humilhado ou intimidado o parceiro. Há dez anos, outra pesquisa realizada em 16 capitais brasileiras apresentou resultados semelhantes à pesquisa de Fernanda Bhona. O nível de agressão psicológica entre os casais ficou em 78,3% e o de abuso físico, 21,5%, apresentando um cenário contrário ao que se atribui normalmente ao homem, o de agressor. Curiosamente não vemos nenhuma feminista tocando nesses assuntos, talvez o que explique seja o ódio que o movimento declara ao sexo oposto. Talvez...

Tudo que vejo no discurso de vitimização feminista é choro e esperneio de gente frustrada, desgostosa da vida que achou no discurso do feminismo uma ‘’solução para seus problemas’’, alguém pra culpar e fugir da responsabilidade de péssimas escolhas, ou da má sorte e acasos da vida. É tão mais fácil dizer que a sociedade é machista, e culpar os homens mesmo sendo eles os que morrem mais cedo do que nós mulheres, mesmo sendo eles 82% dos moradores de rua no país (inclusive por consequência de desilusão amorosa), mesmo sendo eles os que ocupam boa parte dos trabalhos braçais na sociedade, e mesmo que trabalhem 5 anos a mais do que as mulheres para terem direito a aposentadoria, mesmo sendo os homens os únicos a serem condenados a pagar indenização para os filhos por abandono afetivo (quando a mulher é isenta disso), mesmo que os homens sejam 91,4% das vítimas de homicídio cometidos no Brasil. Sem esquecer de que a maioria dos homens por questões sociais, ao se divorciarem abrem mão, em acordos, dos 50% que lhes cabem legalmente nos bens comuns (isso é muito comum quando os 50% envolvem a casa). É bom lembrar que a ideologia de gênero considera o sexo um direito da mulher e uma responsabilidade (inclusive criminosa) do homem. Enquanto a mulher se diz injustiçada por sempre ser xingada de vadia, seja lá pelo motivo que for, homens passam por situações semelhantes ao serem taxados como ‘’viadinhos’’ quando não correspondem ao esperado. Ou seja, se formos falar de vítimas temos que incluir os homens nesse discurso. :)

O principal motivo para uma mulher escolher não ser feminista é o bom senso. Não se trata de falta de conhecimento sobre o feminismo, eu conheço a origem, o desenvolvimento em diferentes décadas e tudo mais... Não se trata de querer ''lavar cuecas'', ou de ser mãe, esposa... Não se trata de querer ''dar lição de moral'' (por mim cada um vive como quiser)... Não se trata de um suposto condicionamento de ódio, desprezo ou competição feminina, isso é só mais uma ilusão feminista que coloca a mulher na condição de fraca e manipulável. Ser anti-feminista se trata de inteligencia, coerência, prudencia e maturidade. 

As pessoas EM GERAL sofrem com agressões, abusos, pressões sociais, de diferentes formas por diferentes motivos e independente do sexo. Por isso o discurso do movimento feminista se torna infantil e histérico. Nitidamente uma estratégia para atrair pessoas desorientadas e transforma-las em militantes de uma hegemonia revolucionária, que não passa de mais do mesmo velho comunismo. #EvoluamPokemons

Resposta Anti-Feminista para o choro Feminista - Parte 1

É notório que há um ‘’anti-feminismo’’ em forma de movimento virtual que vem ganhando destaque no mundo todo e muitas mulheres de diversos países estão aderindo à campanha. Confesso que discordo de alguns desses cartazes vindos de fora, alguns por serem completamente idiotas (o que nada diferem do feminismo), outros são ofensivos, já outros são ingênuos demais, mas no geral, em maioria são cartazes bem pertinentes. Eu estou achando ótimo, estou adorando que isso esteja se espalhando pelo mundo, aos poucos o que for idiota e sem sentido vai cair e acredito que prevalecerá o que é bom. :)

Aqui no Brasil a campanha ficou por conta de paginas do facebook, e manteve um bom nível (como esperado). Várias meninas lindas e inteligentes, em maioria os cartazes estavam bem legais, alguns um pouco ingênuos mas nenhum que possa ser considerado ruim, ofensivo ou idiota como esses que pipocam vindos do ‘’anti-feminismo’’ de outros países. Eu adorei a iniciativa das meninas. 

Passeando pelo facebook encontro um link indicando um texto falando sobre ''Mulheres contra o Feminismo'', no blog: ''Escreva Lola Escreva’’, fui me dar o trabalho de ler, é claro que o texto é mais do mesmo discurso feminista oprimida pela sociedade machista, misógina e patriarcal que agora, segundo Lola, esta com uma ‘‘nova moda’’: ser contra o feminismo. (aplausos) -  Eu achei curioso que o posicionamento contrário a esse movimento político, que é o feminismo, esteja sendo apontado como uma moda. Ora, quer dizer que mulheres só podem aderir a uma corrente de pensamentos se for moda? Acho que temos feministas preconceituosas que diminuem a capacidade intelectual de mulheres que se opõe a elas. Isso é no mínimo engraçado. (y)

Lola ilustrou o texto com algumas fotos e fez observações:

"Mulheres anti-feministas são mais que conservadoras -- são reacionárias.''

Não mandei minha foto com nenhum cartaz, mas não é segredo pra ninguém que sou anti-feminista e conservadora. Acredito que me encaixo na definição (correta) de conservador, mas nem todas as mulheres que são anti-feministas são conservadoras, muitas são liberais. O problema é que pra uma feminista, ‘’conservador e liberal’’ significa o mesmo que ''religioso e libertino'', não conseguem compreender o que de fato defende um conservador especificamente, aliás, não conseguem ao menos compreender que ser feminista é ser escrava de movimentos de esquerda, movimentos que estupraram, mataram, roubaram, sequestraram em nome dessa utópica igualdade que elas imaginam defender. Mas em uma coisa Lola tem razão, mulheres anti-feministas são reacionárias, já que todas estão REAGINDO ao feminismo, podemos ser assim chamadas.

Não posso deixar de fazer essa observação: Tentar usar ‘’reacionário’’ como antônimo de ‘’revolucionário’’ é a condecoração máxima de um marxista. Parabéns Lola, você luta para um sistema que te domina e te usa como escrava. ;)

Lola diz: ‘’Eu não me canso de repetir: feminismo tem a ver com escolhas. Eu, pessoalmente, feminista desde criancinha, não costumo criticar escolhas pessoais. Eu critico sistemas.’’ 

É tanta contradição que chega doer. Feminismo tem a ver com escolhas, mas faz parte de um sistema, já que defendem ideais comunistas nitidamente expressas em seus atos, movimentos, marchas e discursos (isso em diferentes décadas). Então seguindo essa ‘’lógica’’, também pode e deve ser criticado por quem não compactua com as escolhas defendidas por ele, logo, qual é a neura e a indignação com as anti-feministas? Sinto um sinal de desespero no ar, o que demonstra uma projeção: 

‘’Essas pessoas conservadoras estão desesperadas.’’ – afirma Lola.

Ao contrário do que o texto de Lola afirma, não me posiciono contra ao feminismo por achar que o mundo está perdido, pelo contrário, me posiciono contra por ver que a maioria não compactua com esse desrespeito expresso e disseminado pelas marchas promovidas pelo feminismo. Há muita gente de bem que quer ter seu direito de ir e vir preservado sem correr o risco de tropeçar nas ‘’tetas’’ de uma desmiolada que sai desnuda pelas ruas gritando, depredando, insultando tudo e todos. É justamente por acreditar que tem muita gente que presta nesse mundo que acho necessário ouvir a voz de quem é contra o feminismo, nossas vozes também precisam ser ouvidas. Muitas pessoas são leigas, não sabem o que é o movimento feminista, não conhecem a origem, não sabem como se disseminou, desconhecem a pauta que seguem. Quanto mais pessoas esclarecidas tornarem pública sua posição contrária, e quanto mais o assunto for discutido de forma honesta e esclarecedora, mais mulheres irão perceber que o discurso feminista nada mais é do que uma maneira do comunismo se proliferar. A sociedade mudou, mas ainda existem valores que foram preservados, e quando falo em valores estou falando de educação, respeito, limites essenciais para convivência em sociedade. Considerar esses valores ruins não é desejo de evoluir, mas de impor aquilo que pregam. 

Enfim, não vou ficar refutando aqueles clichês feministas de que ‘’mulheres anti-feministas são machistas’’ ou que ignoram os casos de estupro, pois isso é ridículo e pueril, além de ser mais uma mentira sem fundamento. Acredito que no meu texto ficou claro que o fato de uma mulher não ser feminista aqui no Brasil não a classifica como uma fanzoca que segue modinhas. Aliás, segundo dona Lola ''não há anti-feminista famosas no Brasil'', mais uma futilidade boba. O objetivo de uma mulher anti-feminista não é ficar famosa, é apenas trazer o assunto pra discussão. Sem contar que basta abrir a boca pra se posicionar contra o movimento feminista e receber uma chuva de ataques das militantes enfurecidas. É muita palavra de baixo calão e discursos bem inflamados e cheios de bobagens sem fim, quando não fazem de tudo para derrubar seu site, perfil, canal, etc... A tentativa de calar as vozes contra o movimento feminista é absurda, um sinal exemplar de ‘’democracia e liberdade’’, só que não.

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