quarta-feira, agosto 27, 2014

O país, o armário e o ‘’menino zueiro’’ - Entra no armário Gregório!

É impressionante como colunistas de esquerda são limitados intelectualmente, tudo bem que já é uma vitória um cara desses ser no mínimo um analfabeto funcional, mas no caso daqueles que se intitulam ‘’escritores’’, espera-se o mínimo... 

O fato é que as críticas ‘’ao conservador’’ que Gregorio Duvivier se presta sempre a fazer, não passam daquele velho discurso raso, carregado de ódio e preconceitos infantis, típico dos seguidores incansáveis do ‘’deus’’ Marx. O rapaz só pode ser encarado como ''zueiro''. 

A tentativa da coluna da vez é criticar uma suposta ‘’saída do armário’’ dos presidenciáveis que, segundo Gregório, fazem discurso para agradar o eleitorado conservador, o que pra ele é constrangedor, já que isso não propõe mudança. (leia o texto aqui

O menino não nega a velha mente revolucionária, sempre esperando ‘’aquela revolução’’... Ora, se ainda hoje há um esforço dos principais candidatos para atrair o ‘’voto conservador’’, e NENHUM deles propõe discurso pró-aborto (por exemplo, como enfatiza o rapaz), deve-se isso ao fato inegável de que temos uma sociedade de base conservadora que precisa ser respeitada. Fato que o menino zueiro, parece não aceitar, e muito menos respeitar.

‘’estranhamente ninguém esta nem ai para o voto aborteiro‘’(sic).

Gregório se baseia no manifesto francês pró-aborto de 71, onde segundo ele deveríamos ter como exemplo, já que (palavras dele): ‘’...ninguém menos que Simone de Beauvoir’’ foi a redatora. Simone de Beauvoir, como muitos sabem, era também assinante da Petição Contra Idade de Consentimento (1977) - que tinha como objetivo tornar aceitável a relação sexual entre adultos e menores (13 anos). A Petição faz parte do pacote da Revolução Sexual da década que assim como o aborto, estava amarrada a todo o discurso revolucionário marxista, baseados nos estudos de Marcuse e Reich. Se tentássemos seguir a ‘’lógica-esquerdista-gregoriana-do-menino-zueiro’’ pró-aborto, será que hoje deveríamos esperar também dos principais candidatos à presidência do Brasil, uma pauta que abordasse a descriminalização da pedofilia? Afinal, ‘’...ninguém menos que Simone de Beauvoir’’ assinou em 77 na França, uma carta aberta sobre a revisão da lei sobre ofensas sexuais envolvendo menores. Somado isso a convocação final de Gregório, onde ele chama pederastas para se unirem a ele na tentativa de fortalecer seu discurso, podemos concluir que sim. É esse o caminho da mudança que se espera com esse tipo de discurso... #oremos 

Deixar de discutir tais ‘’avanços’’ parece um retrocesso para Gregório. Um sinal de desespero pelo voto conservador, embora o único que pareça desesperado no momento seja ele. 

Além de desespero, Gregório demonstra sua total ignorância em relação a propostas políticas relevantes a uma sociedade. É certo que os principais candidatos não têm nada de novo em pauta, exceto o Pastor Everaldo que teve a coragem de dizer em rede nacional que iria privatizar tudo, inclusive a Petrobrás, principal ‘’moeda’’ de corrupção hoje no país, entre outras propostas interessantes e discutíveis que o assistimos apresentar. Mas o menino zueiro acha mesmo que: ‘’... tem pastor demais e maconha de menos’’ nas propostas de governo. 

O discurso dele é baseado naquele clichê esquerdista básico: ‘’na minha opinião...’’. Uma opinião rasa, burra e preconceituosa que classifica todo conservador como hétero cristão, ignorando os conservadores gays e/ou ateus. O curioso é que o próprio menino zueiro cita em seu texto, um amigo gay que se diz contra a ideia sugerida por ele, que inclusive faz uma declaração digna de aplausos: "levantar bandeira é cafona e quem sai do armário é porque quer atenção". O que Gregório deveria pensar em fazer após essa declaração de seu amigo, é sem dúvidas procurar um armário para entrar, e de preferencia não sair de lá até que aprenda que é só mais um idiota útil, não um ‘’porta bandeira da revolução’’. 

Postado por Cris Corrêa O.o°•

domingo, agosto 17, 2014

Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória mudando como um Deus o curso da história por causa da mulher

Por Pizzaria Brasil

Deixando de lado a concepção de Nietzsche – pois não é o foco do meu pensamento –, eu devia ter uns oito ou nove anos de idade quando assisti pela primeira vez ao primeiro filme do Superman na televisão.

Fiquei maravilhado! Lembro-me que uma das cenas mais marcantes pra mim foi quando o Superman fez o mundo voltar no tempo por causa da morte de Lois Lane. Essa breve tomada sintetiza todo o poder que uma mulher pode exercer sobre um homem – Não há analogia mais perfeita!!! Sabem, por mais que eu goze com a cara das feministas, no fundo, no fundo, eu sinto pena por elas terem perdido a sua verdadeira identidade em troca de uma causa pela qual promete reaver tudo aquilo que elas nunca perderam. Pena por nunca terem sido contempladas com o verdadeiro amor, amor este que transforma, que é capaz de mudar o curso da humanidade.

Ok! Você vai dizer que tudo isso é lindo na tela do cinema e que na vida real as coisas são bem diferentes, porém tudo depende do modo como você enxerga o mundo ao seu redor, especialmente como você se enxerga nele. Digo que historicamente não houve motivação maior para que o homem se superasse, se não pela mulher.

...E como já dizia Gil: “Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória mudando como um Deus o curso da história por causa da mulher.”
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Texto original, com vídeo da cena citada
•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

quarta-feira, maio 14, 2014

Não deixe que o seu amor esfrie

Quanto mais você estuda a história, filosofia e os contextos sociais da nossa humanidade, tanto os passados como os atuais, mais você percebe a profundida das palavras ditas por Cristo, o que é até engraçado já que cristãos são sempre comparados a asnos e tidos como pessoas ignorantes. Mas...

Tenho refletido bastante em algumas dessas palavras, a primeira esta em Mateus 24, de todo contexto referente ''ao fim'' tratado no capítulo o ver.12 me chamou mais atenção:

''E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.''

De tudo que vemos e sabemos é quase impossível não deixar o amor esfriar, e graças a Deus pelo ''quase'', pois ainda há esperança de que o amor em nós não esfrie. Por isso continuei a minha reflexão no texto de Romanos 8 (é importante ler o contexto do capítulo), e vou destacar alguns ver. 31-34:

''Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? (33) Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. (34) Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.''

Vou dar um destaque ao ver.33 e 34 por se tratar de algo crucial pra vida adulta, muita gente não consegue manter o equilíbrio quando ''acusado'' de algo, principalmente quando a acusação é falsa, o que é compreensível até mesmo pq é de fato muito difícil manter-se sóbrio nesse tipo de situação, é sobre ela que me refiro. Chamo atenção pro fato de que a fé em Deus através da Pessoa de Cristo nos traz consolo nesse ponto, pois é certo que ''Ele é quem nos justifica assim como é Cristo que intercede por nós''. Entender isso pode evitar alguns dessabores e desgastes diante de falsas acusações, claro que acusações jurídicas e criminais não estão inclusas nessa minha linha de pensamento, me refiro a questões relacionadas a moral que diariamente vivemos.

Voltando ao assunto inicial, a esperança de que o amor em nós não esfrie é a mesma de que nada pode nos separar do amor de Cristo, ver. 35-39:

''Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.''

Só é possível prosseguir firme com fé, só é possível não esmorecer através também da fé. Fé em Cristo que é quem nos diz:

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mat.11:28-30)

Deus se fez Cristo pra conhecer como homem a estrutura humana, as angustias e tribulações que podem nos enfraquecer. Ele sentiu, venceu e nos convida a vencer. 

Uma vida ''mais leve'' diante de tudo que vemos e ouvimos sobre o mundo que nos rodeia, só é possível em Cristo.
•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

sexta-feira, maio 09, 2014

O feminismo NÃO ME REPRESENTA!

Toda vez que digo: ''sou contra o feminismo'', aparece uma mulher dizendo que devo minha independência ao movimento, ou que digo isso por não conhecê-lo. Pois bem, conheço o suficiente pra afirmar: O FEMINISMO NÃO ME REPRESENTA. 

Além dos motivos óbvios que vemos hoje, como essa mulherada pelada com os corpos rabiscados clamando por ''liberdade'' (como se já não a tivessem), gritando a favor do aborto, clamando pelo direito de serem putas, etc, etc...tem também todo o contexto histórico. Toda feminista acha que pode usar a ''conquista'' do voto como argumento para tornar a mulher escrava do movimento. O discurso do "sufrágio feminino" que mais ganha força é o da luta pelo direito da mulher ao voto na Inglaterra (e EUA), embora em outros países o direito já existisse, porém essa luta estava diretamente ligada a um grupo específico de mulheres, e não a todas, na época o direito não era se quer de todos os homens, por exemplo, somente homens proprietários podiam votar então não eram apenas as mulheres que tinham esse direito negado, o sexo masculino também. Por conta de uma série de interesses em um contexto de pré guerra, guerra, entre guerra, pós guerra, etc; o voto foi concedido as mulheres acima de 30 anos, mas ainda sobrou uma massa de mulheres (classe trabalhadora) que lutavam por outros interesses, inclusive opostos ao próprio movimento, ou seja, já na época o que entendia-se por movimento feminista era dividido e confuso. Com o tempo a maioria delas acabaram se aliando aos movimentos socialistas e se transformaram em militantes comunistas. Depois toda história que seguiu até que o ''sufrágio universal'' fosse um direito de ''todos'' não é conquista única e exclusiva de feministas (como elas pregam), logo não devo a elas meu direito ao voto. Além do que, é certo que as maiores conquistas de uma mulher, seja ela da época que for, sempre foi (e sempre será) conseguida através de seu próprio esforço, e não através do voto. 

Toda ideia de que o feminismo luta pela igualdade de gêneros, e pela ‘’liberdade’’ de todas as mulheres do mundo é utópica e bizarra, veja que ainda hoje existem mulheres sem o direito ao voto vivendo de forma absurda em países do oriente médio e não há nenhum esforço (ou muito pouco) do movimento em favor delas. O caso das centenas de meninas nigerianas que são sequestradas e brutalmente estupradas que recentemente ganhou notoriedade é um exemplo da inutilidade do movimento feminista hoje, você não vê nenhuma feminista saindo ás ruas pra protestar ou se quer uma representação forte que sirva pra pressionar a comunidade internacional em favor de alguma providencia. Ou seja, o feminismo sempre foi e sempre será um movimento que luta por ideais de um grupo específico de mulheres e não por todas as mulheres, muito menos por todas as pessoas. O discurso que ganha força acaba se tornando o discurso que oprime aquelas ou aqueles que pensam e agem diferente. Não é a toa que uma mulher que opta por abrir mão da vida profissional pra cuidar dos filhos hoje é vista com certo desprezo, como se o fato de assumir sua casa fosse um pecado mortal. 

O que quero destacar é que quando você dissemina a ideia de que o feminismo luta pela ‘’liberdade da mulher'', e pela ''igualdade de gêneros'' você esta assumindo sua total ignorância, pois esta ignorando os fatos. Cito alguns outros exemplos que me levam a não ser feminista: 

• A dona Simone de Beauvoir e sua luta pró-pedofilia, uma das mais renomadas feministas contemporâneas além de todo besteirol que escreveu sobre ‘’a maldição’’ de ser mulher, ela assim como seu esposo Jean-Paul Sartre eram a favor do chamado ‘’direito natural’’ de crianças e adolescentes de explorar e desenvolver sua sexualidade, seja entre elas ou com pessoas mais velhas (no caso ela e o esposo que adoravam esse tipo de relação). A ideia defendida por ela aqui esta diretamente ligada a um grupo específico e seus interesses, além de ser absurda nos leva a entender que para ela a única forma de ''domínio'' que precisa ser combatida é a do homem sobre as mulheres, já homens e mulheres exercendo domínio (sexual) sobre crianças (pra ela) parece ser aceitável. Então o feminismo é contra todo tipo de opressão? Só que não; 

• Outro exemplo é a oposição do movimento feminista a uma das mulheres mais importantes (se não a mais importante) do século XX, Margaret Thatcher. Para as feministas Margaret não era ''uma irmã'' já que não representava seus interesses políticos que (agora) eram de esquerda, ou seja, a ideologia feminista não é voltada para os interesses da mulher em si e sim da mulher que compartilha a mesma visão política do grupo. Feministas contra uma mulher no poder, quanta hipocrisia machista, não?;

• O posicionamento contrário do movimento a pílula anticoncepcional masculina (que já é usada na China) é um exemplo claro de que o discurso feminista não representa uma luta ''para que todos os gêneros sejam livres''. Discordar completamente que os homens tenham o direito de escolher se querem ou não ter filhos é clamar por igualdade de gêneros? Não, logo, mais um motivo para ver o feminismo como algo equivocado que contraria aquilo que ele próprio diz defender;

• Mulheres se aposentam mais cedo do que os homens no Brasil e nenhum movimento feminista protesta contra essa diferença no tratamento de homens e mulheres. Onde esta a luta pela igualdade aqui? Não há; 

• No Brasil o alistamento militar não é obrigatório para as mulheres, para o movimento esta tudo perfeitamente bem já que só os homens carregam essa obrigação. Que igualdade é essa que só aparece quando beneficia o grupo que por ela clama?

Enfim, o que vejo na verdade é um movimento que clama por liberdade a partir de uma única visão e condena qualquer outra mulher (pessoa, grupo religioso e/ou politico) que pense diferente da ideologia que pregam. Há tantas situações que provam que o movimento veta a liberdade de quem não ‘’fecha com elas’’, e ignora o conceito de igualdade (defendido por elas mesmas) que não tem como classificá-las de outra forma a não ser: representantes de nada mais além do próprio umbigo. 

Sorry mulherada, não sou e jamais serei feminista, principalmente por conhecer o movimento.

•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

segunda-feira, abril 07, 2014

Noé Bem Assim - Noé Pra Tanto!

Eu acho que ''Noé Bem Assim''.

É CLARO e ÓBVIO que o filme não retrata a história do Noé que lemos no livro de Gênesis (isso é fato e qualquer um pode concluir, inclusive uma criança), mas ele retrata a história de um homem que por querer cumprir o propósito de Deus está disposto a fazer coisas que vão além de sua própria razão. O que não é nada anti Bíblico visto as histórias narradas nela.

Vou ressaltar o que achei de bom e de ruim:

1 - No filme a personagem principal se mostra disposta a sacrificar a filha de seu filho, e os próprios filhos ao negar-lhes companheiras, assim como a si mesmo e o restante de sua família visto que começa a achar que após a humanidade ser extinta, eles também morreriam, deixando assim apenas vida animal no planeta;

Bom, ficou chocado quando ele cogitou matar aqueles bebes? O nosso pai da fé Abraão chega a quase sacrificar seu filho (se essa fosse a vontade de Deus ele o faria), o próprio Deus oferece seu único Filho em sacrifício pela humanidade, dar a vida por amor é um ato de fé na Bíblia, então é aceitável que o Noé do filme possa ter cogitado fazer o mesmo.

2 – Há Guardiões de pedra no filme, figuras absurdas. O figurino lembrando o jeans e aqueles metais perdidos no cenário;

Também achei forçado e desnecessário, muito mais as calças jeans do que os Guardiões de pedra hauehuae...É certo que em Gn.7:4 diz que havia gigantes na terra, não diz nada sobre serem de pedras e nem que eram anjos compadecidos com o homem como o filme retrata, mas diz que existia gigantes. A única coisa que os Guardiões que estavam no filme podem representar pra mim é a questão de que:’’As coisas encobertas pertencem ao Senhor, ao nosso Deus...’’ Det.29:29a – Não estou defendendo aquelas figuras, mas chamando atenção pro fato de que nas histórias Bíblicas, inclusive na de Noé nós não sabemos, e talvez nem imaginamos o que estava nas ‘’entre linhas’’, como Noé construiu uma Arca sozinho? Eu já me fiz essa pergunta, não estou falando que os Transformers ajudaram ele mas reconheço que é um mistério pra mim, assim como muitas outras coisas.

3 – O retrato da humanidade sem Deus no filme;

Pra mim foi perfeito, a personagem de Tubal Cain é exatamente o reflexo do homem que se acha um deus, capaz de guiar sua história sem se importar com nada além de si, um ser cheio de si, ambicioso, sujo, maldoso que vive a rejeitar a Deus e diante do possível fim o questiona, desafia, zomba mesmo diante dos milagres observados pelos próprios olhos é descrente. 

4 – Tubal Cain na arca;

Confesso que quando vi achei tão absurdo quanto o resto do filme rs, mas depois fiquei pensando e percebi que há motivos interessantes do pq achamos absurdo; Primeiro, como Tubal Cain era a representação do extremo da maldade humana, não tinha o ‘’direito’’ de estar ali sendo salvo, olha o perigo desse tipo de pensamento. A mania de achar que podemos escolher e selecionar ''os bons'', quem ''merece'' ou não ser salvo, hoje dentro do que entendemos por Graça, ter esse tipo de pensamento nos torna um tanto hipócritas. Me senti muito má quando me percebi pensando isso. Segundo, é uma abordagem curiosa ver que mesmo a descendência que estava sendo salva, mesmo aquela descendência que havia se afastado do mal e se tornado os ''escolhidos'' para um recomeço, mesmo eles estando dentro da Arca rumo a ''nova vida'', ainda assim eles estavam contaminados pela semente da maldade, ainda assim eles estavam dispostos a fazer justiça com as próprias mãos, e desviarem-se dos propósitos do Criador para cumprir os próprios propósitos. Nada diferente de hoje.

É interessante ressaltar que o filme em todo tempo retrata o homem com a semente do pecado impregnada nele, mesmo os descendentes de Noé, e o próprio Noé dão sinais de que estão contaminados por essa semente adquirida no Éden, e que apenas através da misericórdia de seu Criador eles conseguem não ser consumidos e dominados por essa maldade. Tudo isso é Bíblico, tudo isso é a essência do Evangelho. Talvez se o autor tivesse usado um outro nome pra essa personagem e não tivesse dito que estava querendo contar a história do Noé Bíblico, o filme pudesse ter mais impacto positivo. Mas...

5 – O filme reforça o Criacionismo;

Reforça sim, embora muita gente ache que no Criacionismo não caiba uma micro evolução, cabe sim, e seria estupidez rejeitá-la. O que não cabe no Criacionismo é a macro evolução, aliás a macro evolução cabe apenas na teoria. A parte onde é narrado o início, o Éden e o desenvolvimento da maldade no homem foi bem contada.

Sabe, durante o filme tive vontade de me levantar e dizer ‘’blasfêmia’’ hauheuahuehuae ...cheguei a pensar que só faltava uma mascara de Haniball para aquela personagem com o nome de Noé, fiquei por um bom tempo digerindo o que tinha sido aquela porcaria de filme, aquele Noé da depressão, lunático, esquizofrênicos, psicopata, mas em conversa com minha amiga Monica e minha irmã Luciane que assim como eu são inconformadas com o óbvio fomos percebendo que na verdade estávamos bloqueadas de enxergar além do que estava na cara, por já conhecer a história do Noé bíblico estávamos ignorando a história do Noé do filme, que não fugiu de ser um homem comum, pecador mas fiel a seu Criador até o fim, que não escolheu fazer o que é prático e bom aos seus olhos mas escolheu fazer a vontade do Criador acima de tudo pq entendeu que ela era boa, perfeita e agradável ainda que difícil de compreender. O Noé do filme é um homem comum, que luta pelo que acredita estar certo, e nessa luta fica perdido, desorientado, confuso assim como qualquer outro, mas no final faz a escolha certa, e demonstra o motivo pelo qual seu Criador o escolheu.

6 – O arco-íris fez falta;

Há quem diga que viu um arco-íris no final, eu não vi e sinceramente nem me lembrei que tinha arco-íris  na narrativa de Noé, de tanto que o filme fugiu do Noé Bíblico que eu já não esperava mais nada. Mas achei bom que não deram atenção pro arco-íris, não acho que tenha feito falta, não naquela história, não para aquele Noé.

A história do Noé Bíblico não foi retratada no filme nem de perto e nem de longe rs, isso é fato, óbvio, e uma pena pois é uma historia interessantíssima, mas a história que foi retratada me fez perceber que meus conceitos estão contaminados, que me tornei alguém que rejeita sem avaliar, que se esqueceu de reter o que é bom.

Percebi o quanto temos falhado como igreja ao abordar histórias como a de Nóe como contos infantis, educamos nossas crianças mostrando a personagem Bíblica fofinho rodeado de animaizinhos quase um Dr. Dolittle, quando na verdade é uma história séria, que denuncia a maldade humana ao extremo, que demonstra a necessidade de um ''extermínio'' pra um novo recomeço. Não é bonitinho, e nem fácil de aceitar e entender.

Por fim, me decepcionei? Sim, mas não totalmente. Fiquei decepcionada como a maioria pelo fato do filme fugir completamente da narrativa Bíblica, mas achei interessante as reflexões que o filme me trouxe, por isso não vejo motivo pra todo esse esperneio e rejeição ao filme. ‘’Noé pra tanto’’. :)

•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

segunda-feira, março 31, 2014

A dificuldade da mulher inserida em uma sociedade construída em cima de ideais feministas - Parte 1

Um simples pensamento para o Espaço Olavette:

1 – Enxergar-se como sexo frágil;

Antes de desenvolver um pensamento sobre fragilidade é preciso definir o que é frágil.

Achei algumas definições interessantes como ‘’efêmero: que dura só um dia’’, assim como: ''Quebradiço - Que necessita de cuidados para se conservar''

Partindo dessas definições, não há por onde negar que: sim a mulher é sexo frágil. Vou desenhar. :)

Mulher, um ser efêmero.

De uma hora para outra, uma mulher pode ir da felicidade absoluta para o mau humor insuportável, e isso não é uma opinião crítica ao comportamento feminino universal é uma definição científica de que as flutuações hormonais que ocorrem no corpo da mulher influenciam no comportamento dela. Aliás, a influência dos hormônios no COMPORTAMENTO HUMANO está longe de se limitar à adolescência, ou ao sexo feminino em si, mas o assunto em questão é voltado ao universo feminino e por isso vamos focar nas ‘’zamiga’’ que veste rosa.

Somos um ser efêmero. A definição se encaixa perfeitamente na nossa variação de humor, no nosso comportamento muitas vezes exagerado, depressivo, dramático, ansioso que pouco ou nada tem ligação com nossa personalidade construída como indivíduo que somos. Os hormônios afetam o emocional feminino, mensalmente e por todo decorrer da vida por conta do processo de envelhecimento, é algo inevitável, faz parte de nós. E por mais racionais e equilibradas que sejamos os hormônios sempre, de algum modo nos tornam frágeis, afinal é bem difícil (não impossível) administrar de forma racional nosso temperamento quando nosso organismo esta passando por uma ‘’rebelião interna’’. Admitir isso é o primeiro passo pra se tornar um ser humano adulto, maduro e equilibrado.

Sei que muitas mulheres ‘’modernas’’ que tem total controle sobre seus corpos, e fazem deles o que bem entendem, (já que é um ‘’direito conquistado’’ pelo gênero) podem estar nesse momento sentindo-se aliviadas pelo fato de interromperem seus ciclos, acreditando que estão livres dessa fragilidade causada pelos hormônios, afinal existem diferentes medicamentos que prometem livrá-las de toda chateação típica ‘’daqueles dias’’. Porém, tenho uma ‘’má notícia’’, há correntes de estudos (bem estruturadas) que defendem que o cérebro feminino é inundado por hormônios ao longo de todos os meses e, ao interromper a menstruação, a harmonia desse ciclo fica comprometida, interferindo no temperamento. Ou seja, sangrando ou não, a mulher fica emocionalmente afetada de vez em quando. 

Tudo isso não significa que uma mulher adulta, deva se esconder atrás dessa fragilidade existente pra justificar uma personalidade pueril. Mulheres que agem como loucas, de forma completamente incoerente, que são extremamente dependentes emocionais, dotadas de uma carência excessiva que beira ao absurdo, precisam de tratamento psicológico, terapêutico ou de um pouquinho de vergonha na cara mesmo, pois são imaturas. Ao ficarem presas ao pensamento feminista de que não são frágeis estão bloqueando o próprio processo de amadurecimento pessoal, tornando-se vítimas de si mesmo, abrindo brechas enormes para homens tão infantis, desequilibrados, incoerentes, quanto elas. Além é claro, do fato de que se procriarem criarão filhos igualmente desequilibrados.

Sempre digo que aprendi ser uma mulher além da TPM, e conheço várias que também aprenderam, é nível hard confesso, mas não é algo impossível até mesmo porque quando um indivíduo faz uso da inteligência que possui o processo de amadurecimento é extremamente consciente e surgem inúmeras formas de administrar-se para chegar a um equilíbrio. Claro que ‘’ser uma mulher além da TPM’’ não tira de nós o título de sexo frágil, pelo contrário, continuamos sendo um ser efêmero, e nossa fragilidade estará sempre firme e forte nos acompanhando por toda vida.

O próximo tópico será: 
Mulher, um ser que necessita de cuidados para se conservar.


•°o.O Postado por Cris Corrêa O.o°•

sábado, agosto 04, 2012

Atentos! #sempre

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Deus existe?

E aí povo: Deus existe? Calma, eu não quero que se empolguem em me responder. 

Mas é que tem tanta gnt que faz essa pergunta com tamanha arrogância, digna de boas gargalhadas. Não que eu me ache no direito de dizer o que se pode ou não questionar,  ou me sinta com o poder de dizer quem tem a liberdade, ou não, de questionar sobre. Mas é que a idéia de que essa é uma pergunta simples de se responder por conta da ciência, ou da ''lógica'', de teorias ou até mesmo da Bíblia, e o que quer que seja, é no mínimo engraçada. Grandes homens morreram com essa dúvida, outros tantos dedicaram suas vidas a provar que aquilo que acreditavam ser verdade em relação a questão, de fato o era. E a pergunta sobrevive...

Nunca foi provado que Deus existe. Esse fato por si só, na opinião de muitos já é o suficiente para qualquer tipo de divindade cair por terra. Mas também nunca foi provado que Ele não existe. Hum...

Eu até daria razão pra algumas pessoas, se acreditasse que o fato de não haverem provas, levasse-nos a concluir assim de forma simples a "não existência" daquilo que entendemos por divino, celestial, espiritual. Porém, nem tudo que existe é fruto do que se pode provar.

Temos o costume de crer apenas naquilo que vemos, ou ouvimos falar que alguém viu, queremos provas concretas para sustentar nossa credulidade em algo, ou alguém, em fatos ou teorias. Somos facilmente convencidos quando nos é apresentando algum argumento que nos parece verdadeiro. Mas isso não nos dá todas as respostas, nem nos leva a conhecer tudo que existe ou já existiu. E quem se coloca a negar este FATO não é digno de ser levado a sério.

Um exemplo tosco porém curioso e até bem simples sobre "conhecimento e existência", é o das estrelas. Bom,  quando se viaja para o Sul, na África, começam a ser observadas estrelas que não são vistas na Grécia. Sabemos que a constelação do Cruzeiro do Sul não pode ser vista por quem esta na Europa. Da mesma forma, nós, no Brasil, não podemos ver estrelas que estão próximas ao pólo Norte – como a constelação da Ursa. Isto é um fato, pois existem provas, mas nem todos têm conhecimento dessas provas, certo? Pois bem para àqueles que têm acesso a essa informação isso pode se tornar verdadeiro se estes se submeterem a crer na fonte que lhes apresentou tal fato. Quem teve o prazer de constatar por experiência própria, isso se torna uma "verdade verdadeira" com mais facilidade. E não nos esqueçamos dos leigos que podem ter avistado muitos “céus” sem ao menos perceber tal fato. 
Ter chego a esse conhecimento ou não, estas estrelas só poderão ser observadas partindo dos pontos específicos. A questão é: Um sul-africano jamais verá estrelas que brilham no céu da Grécia se não for até lá, ou então ele pode escolher acreditar em quem garante que isso é verdade. Ou ele pode morrer sem nunca nem ter ouvido falar que isso existe e, é possível. Mas as estrelas não irão deixar de brilhar. Bem simples.

Vejo as pessoas clamando pela lógica. Sim, a lógica depende do racional, pra quem não sabe, é uma disciplina que se insere em praticamente todos os campos do saber, mas ela só tem sentido enquanto meio de garantir que nosso pensamento proceda corretamente a fim de chegar a conhecimentos verdadeiros. Tudo vai depender da linha de raciocínio lógico baseado em premissas e conclusões pra se chegar a "sua" resposta em relação a algo, neste caso a Deus. Argumentos dedutivos e indutivos podem me dar premissas pra que eu chegue a uma conclusão, tanto uns como outros admitem formas corretas e incorretas. Pra usar a lógica, ou pra ser "mais sensato", em relação a existência de Deus, eu não dependo de experiências empíricas, já que entraremos em questões metafísicas. Logo as premissas para esse assunto, servem apenas pra sustentar uma crença, seja ela teista ou não.

Já comeram Tostines? Alguém pode me responder se "Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?" - São os grandes mistérios da humanidade que perturbam as mentes mais dedicadas a "provar". Oi?

Não conhecemos tudo, não podemos ver tudo, não sabemos sobre tudo. Mas nem por isso as coisas deixam de existir e exercer suas funções. Kant concluiu que “os seres humanos não podem saber da essência das "coisas-em-sí", mas saber apenas das coisas segundo nossos esquemas mentais nos permitem aprender a experiência.” - Isso não descarta a possibilidade de que exista uma essência.

É muito engraçado ver como as pessoas perdem tempo tentando provar que Deus não existe, ou que Ele existe. É questão de fé. Seja teista ou ateísta, para agarrar-se a uma resposta depende de fé.
Mesmo que muitos entendam a fé como um ato de ignorância, ela esta presente em pessoas que acreditam em Deus, e também nas que não acreditam. Lembrando que a definição de fé é: uma adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro. Precisamos de fé pra acreditar em tudo que nos é apresentado, seja ligado a realidade palpável ou não. Sem contar com os nossos projetos, se não acreditarmos que podemos realiza-los, talvez nunca venhamos a realiza-los mesmo. A fé é também motivação.

Voltando ao assunto principal, esse é o tipo de questionamento que não tem fim, dependendo da ocasião acho válido que seja discutido e que tenhamos reflexões referentes a nossa existência e a existência de Deus. Mas dificilmente pode se chegar a uma resposta. No fim, tudo vai depender do ''crer''. Alguns escolhem crer que Deus existe, outros em crer na não existência Dele. Todos acabam crentes.

Só o fato de se importar com a existência ou não de um deus, já nos torna interessados em algo espiritual.

Já me fiz muitas perguntas, já me fizeram outras tantas. Mas eu sempre me baseio em duas perguntas que considero importantes:

QUEM É DEUS E QUAL É SEU CARATER e QUEM É O HOMEM?

Creio que jamais entenderemos ou conheceremos Deus em sua totalidade e/ou essência, por isso nos espelhamos no caráter de Cristo, o que nos é suficiente. Eis um dos motivos de Deus Se fazer homem, pra nos proporcionar uma proximidade. Buscando respostas pra essas perguntas, cheguei a muitas convicções em relação a Deus e quem eu sou diante da figura Dele. E resumidamente eu diria que: a Sua graça me basta.

Acredito que todo ser humano deva ir atrás de suas verdades. Eu achei a minha em Cristo. Mas sou do tipo que pensa que cada um segue a "sua verdade" como bem entender, ou deixar de entender.

E se não entendeu o trocadilho com a propaganda da Tostines, provavelmente você é muito novo. Mas acredite, Tostines existe, só não sei se
vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais. Sem contar com o fato de que também não sei se ainda vende mais. XD

sábado, novembro 26, 2011

O que alguém tem a v com isso?


Uma vez conversando sobre vida cristã, ser ou não cristão, relacionamentos e posicionamento diante de diferentes questões da vida humana. Alguém me disse o seguinte: "cada um transa com quem quiser, o que alguem tem a ver com isso?". Boa pergunta.

O que alguém tem a v com isso?

Muitos acabam julgando a Bíblia, ou os conceitos cristãos de forma errada. Pq na verdade a Bíblia não é um livro de proibições como a maioria pensa ou cre, ela é um livro com conceitos de uma fé, conhecida como cristianismo. Nela aprendemos não a viver debaixo de proibições, presos em uma série de ''não pode'', mas sim aprendemos a desenvolver em nós o ''eu não quero", é isso que ela nos ensina. Infelizmente a maioria não enxerga isso.

Eu penso que cada um transa com quem bem entende, ou deixa de entender, sim. Afinal cada um é responsavel pelas suas escolhas. SOMOS TODOS RESPONSAVEIS POR NOSSAS ESCOLHAS! Mas, quem revela um comportamento moralmente desregrado, centrado nos prazeres sexuais pode denominar-se cristão? Não, mas sim um libertino.

O cristão nega sua vida(condição de pecador) pra viver a vida de Cristo(nova vida), ele desenvolve em si o sentimento de ''não quero'' ser guiado pela carne mas sim guiado pelo Espírito, logo viver uma vida libertina não se encaixa nos conceitos de uma vida em Cristo, pois Este viveu uma vida guiada pelo Espírito Santo de Deus, nosso Pai. Ninguem é obrigado a ser cristão, ninguém é obrigado a escolher seguir a Cristo, é questão de escolha, e se vc escolhe ser um seguidor de Cristo então, assuma essa vida de forma a respeitar os conceitos nela existentes.

É tão simples. A Bíblia é clara sobre quais as caracteristicas de um cristão, e esta claramente exposto que algumas questões carnais não se encaixam nessa vida. Segue quem quer, quem não quer não segue oras. Não tem o pq ficar fazendo tempestade em copo dágua.

Dentro da fé cristã a Bíblia é aceita como regra de fé e conduta. Então temos ela como nosso ''manual'', é claro que sem interpreta-la de forma literal ou carnal. Mas esse é um outro assunto.

Nesse manual - Bíblia, entendemos que Deus fez homem e mulher pra serem um só corpo, e o sexo entre ambos, é também união espiritual, por isso a importancia de estabelecer um relacionamento baseado no amor. Logo, dentro da fé cristã, não há uma união espiritual aceitável perante Deus quando se banalisa o sexo. Transar com quem bem entende, sem estabelecer compromisso e assumir responsabilidades não é uma atitude cristã.
(que fique claro que esse conceito é cristão, e nada impede outras pessoas e/ou religiões de criar seus próprios conceitos e segui-los)

Cristãos veem o sexo como uma benção, não como um ato irracional guiado por instintos. Um relacionamento baseado no amor gera uma união não apenas carnal, mas também espiritual e consequentemente uma vida centrada no respeito por si, pelo proximo e por Cristo.

Dentro da nossa concepção de fé não encontramos base pra aceitar comportamentos ''libertinos'' como atitude cristã, portanto levar uma vida libertina não fará de nós homens, cristãos professos. Isso pq como já expliquei dentro dos conceitos cristãos essa prática de vida não condiz com os ensinos de Cristo, ou seja, não condiz com as caracteristicas de uma ''nova vida em Cristo''. 

São coisas óbvias, quer ser cristão? Então siga os conceitos cristãos, não quer? Então siga seus próprios conceitos.

Ninguém pode obrigar alguem a fazer o mesmo, afinal somos livres. Então, quando eu, ou você falar não precisa doer.

Por Cris Corrêa 

domingo, novembro 06, 2011

A Importancia do Sacrificio

Tenho tido pouco tempo para o meu querido Frenesi, porém nunca me esqueço e morro de saudades de escrever aqui...

É tão bom quando entro pra dar uma olhadinha e vejo comentários em textos tão antigos, ou quando abro minha caixa de email e vejo pessoas compartilhando e acrescentando comentários à assuntos que foram tratados aqui no passado. É quando a saudade aperta mais...

O ano de 2011 tem sido um ano de muitas surpresas pra mim, muitos sonhos realizados, muitas oportunidades e principalmente muita paz e crescimento. Meu tempo tem sido dedicado aos meus projetos pessoais e ao meu trabalho que tanto amo fazer. Tenho passado mais tempo cuidando da minha marca e me dedicando a esse trabalho que mal consigo me organizar pra vir aqui compartilhar sobre aquilo que continuo acreditando e das percepções de fé que tenho e que tanto me motiva a viver...

Pra conseguir algumas coisas tenho que sacrificar outras. Escolhi uma frase bem curtinha pra fazer um breve comentário:

"O importante é termos a capacidade de sacrificar aquilo que somos para ser aquilo que podemos ser". (Charles Dubois)

Um dos textos mais lidos e que mais recebe comentários até hoje aqui no Frenesi é "O Sacrificio", o texto narra a crucificação em detalhes e faz uma crítica a situação das ''igrejas'' e da mensagem distorcida que têm pregado.

Mas hoje minha atenção foi para o sacrificio que muitas vezes nós não estamos dispostos a fazer, que é crucificar a nossa natureza que tanto nos afasta de ser como Cristo é.

Jesus, sacrifício vivo, se fez maldito por nós, morreu a nossa morte para que pudéssemos viver. Estariamos nós de fato vivendo?

É um caso a se pensar...

Por Cris Corrêa

sexta-feira, agosto 19, 2011

PÃO QUENTINHO CXLII



É DEUS QUE TE FALTA,  CARA-PÁLIDA 

 “Receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade...” (2Co 11.3)

Há menos de um século nossas avós passavam algumas horas do dia preparando a comida no fogão a lenha, outras tantas horas esfregando roupas num tanque e estendendo-as no terreiro para quarar (significa: “clarear roupa ao sol”) e depois levavam um longo tempo passando com ferro à brasa. Tudo era difícil e demorado. Era um período em que se sonhava com uma tecnologia onde a vida seria mais fácil, haveria mais tempo livre e as pessoas seriam mais felizes. 

Esse tempo chegou. Compramos comida pronta nas prateleiras dos mercados ou a fazemos em minutos no microondas. Lavamos toda a roupa em modernas lavadoras. Hoje todos possuem o seu celular, computador e um carro na garagem. Mesmo as classes mais pobres vão ao paraíso das compras. É inegável que todas as áreas da vida sofreram uma tremenda revolução. 

Essa profusão de possibilidades proporcionadas por um mundo globalizado atingiu também a religiosidade das pessoas. Há religiões para todos os gostos: orientais, esotéricas, africanas ou xamanistas. E de bônus pode-se buscar nos espaços holísticos, a meditação, yoga, astrologia ou wicca. 

Na fé cristã agora o serviço é “a la carte”. Sob o argumento de que a mensagem da fé antiga já não consegue mais atender aos anseios do homem moderno, passou-se a formar igrejas “especializadas” que buscam a satisfação total da clientela: cada um escolhe a que mais se adapta a seus gostos e necessidades. Há um grande conglomerado da fé que foca seu marketing nas enfermidades; um outro desenvolve atendimento para empresários que buscam solução para seus negócios; outro, oferece ascensão social para as classes C e D; e também já temos comunidades que atendem seus fieis por orientação sexual. Enfim, é a especialização da fé centrada na “necessidade” dos clientes. 

Diante de tantas possibilidades, não podemos deixar de perguntar:
O mundo está melhor? 

As pessoas estão mais felizes e com mais tempo para ficar com a família, passear e compartilhar de momentos juntos? 

A imensa variedade de doutrinas religiosas tornou as pessoas
menos individualistas, mais tolerantes, mais preocupadas com o coletivo?
Essa abundância de expressões de fé tem levado as pessoas a serem mais tementes a Deus, são mais enternecidas? 

A percepção é clara: apesar de todos os progressos e a despeito das variedades de escolhas ao nosso dispor, o mundo não está melhor.
As longas viagens do passado encurtaram, mas a distância entre as pessoas aumentou. “Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a andar como irmãos” (Martin Luther King). 

Ao mesmo tempo em que diminuíram as dificuldades nas rotinas diárias, aumentou em proporção inversa o consumo de álcool, antidepressivos e drogas para dormir. A ansiedade tomou conta dessa geração. Males antes raros, como a Síndrome do Pânico ou a Síndrome de Burnout surgem como resultado do mal estar da modernidade. 

As pessoas estão perdendo a capacidade de sentir, e a insensibilidade está dominando a vida. Cada vez mais é preciso exagerar, chegar aos limites, porque os sentidos estão ficando embotados. Um bom show se mede pela potência dos watts, um filme pela quantidade de efeitos especiais, o sexo pela sua explicitude. São tentativas de estar o tempo todo estimulado por “drogas” que tentam manter vivas na UTI almas adoecidas. 

Michael Jackson precisou construir um imenso parque de diversões só pra ele, Neverland, imaginando que ali seria feliz.... É uma Terra do Nunca, literalmente. Imelda Marcos, esposa de um ex-ditador filipino, ficou famosa porque possuía três mil pares de sapatos. Se usasse um por dia, levaria oito anos para experimentar todos. 

Este é o mal do nosso tempo: a insensibilidade. Perdemos a capacidade de sentir alegria... de sentir prazer... até mesmo sentir aquela tristeza genuína que cura e nos torna humanos.

Quem vive à busca de sensações no mundo, irá fazer exatamente o mesmo quando se tornar religioso: se não houver show, decibéis, luzes, pirotecnias, fumaças.... não conseguirá “conectar-se” com o Sagrado. 

Olhe para um leão enjaulado. Ele tem comida e tem segurança. Entretanto ele está visivelmente estressado e anda impaciente de um lado a outro. Não, ele não necessita de mais comida, e pouco se importa de ter proteção naquele lugar: ele quer liberdade e satisfazer o seu sonho que está nos prados selvagens. 

Da mesma forma você não precisa de um celular com design mais moderno com 4 chips, nem do novo ipad, tablet ou um processador mais potente no seu laptop. De igual modo, você não precisa ir à busca de estímulos sensoriais com a sensação gospel do momento.... Pare com esse autoengano. Seu problema não é este. 

Tanto o descrente quanto o religioso precisam de Deus! Assim como Jacó, precisam buscar a Deus no silêncio, na penumbra, em lutas nas madrugadas insones... só você e Ele. Não mais o “deus” televisivo das promessas fáceis e fúteis, não mais o deus do “venha a mim e acabaram os seus problemas”. Aliás, eu não creria num Deus que me tratasse como um boneco ou um animal enjaulado dando-me comida de hora em hora. Quero o Deus que liberta das amarras, que dá sentido às coisas – mesmo aquelas mais desagradáveis. Busco o Deus que espera que eu viva os sonhos que um dia Ele plantou em mim, o Deus que me faz crescer, me carrega no colo quando preciso, mas como Ele não me quer infantilizado o resto da vida, me coloca ao chão tão logo eu possa caminhar, e me diz: “Vai em paz... estarei sempre perto de você quando precisar, mesmo que não perceba a minha Presença”. 

É Deus que você precisa, cara pálida. Nada mais

Por Daniel Rocha, pastor dadaro@uol.com.br

Por Cris Corrêa

segunda-feira, junho 13, 2011

Pra pensar...


Por Cris Corrêa

segunda-feira, maio 23, 2011

Vivendo e percebendo o mundo a nossa volta!

Pra quem não sabe o que é um final de semana no mato! Ta aí uma casquinha. Oh Maenga do céu! - Form Jacucity, meu lar XD

"O fadigado Severino coa leite na bota! Oh maenga, é culpa dos berne que carregam suas vacas."

Seu Severino cuida dessas vacas há anos, todo santo dia ele as leva para passear. Ele não precisa de nada disso já que tem boas condições, porém desde que um de seus filhos morreu de morte morrida, isso há mais de 15 anos, ele passou a se dedicar as mimosas. Conhecido como Severino das vacas, carrega a lenda de coar o leite nas botas...

Gostaria de entender o sentido de todas as coisas.Talvez nem tudo tenha sentido, mas eu não posso parar de procurar, essa busca me dá força pra acordar todo dia e perceber que ainda que seja parte da “pluralidade” humana, posso construir meu mundo e ser um ser singular, nem melhor, nem pior do que os outros, apenas ser...

O mesmo e o diferente, o junto que é separado, o só acompanhado, o perto que é tão distante.O grande que é pequeno demais, o único que forma milhões, o simples que é complicado, o enigma que é resultado...isso: SOMOS NÓS! ;)


A vida é bela gnt, e são coisas simples que nos fazem perceber o quão pequenos e extraordinários NÓS SOMOS. 

Vivendo e percebendo o mundo a nossa volta!

Ps: Estou filosofica hoje ^^

Bjs e boa semana

Por Cris Corrêa

sexta-feira, maio 20, 2011

Homenagem a APV no SBT, hoje!



Hoje vai passar o filme especial pra dona da bota ungida de python. APV, homenagem no SBT! Hauheuaheuhaue

Não percam amados...

Por Cris Corrêa

quinta-feira, março 24, 2011

PÃO QUENTINHO CXXXIX‏

OS ANÔNIMOS

“Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome” 
(Hb 6.10)

O Reino de Deus é constituído em grande parte de anônimos que nunca iremos saber os seus nomes, que nunca irão aparecer na TV, nem receberão medalhas por seus feitos, e provavelmente não será reconhecido em sua própria época o valor de seus gestos e palavras.

Num mundo midiático onde todos querem ter seus “quinze minutos de fama”, é quase um despropósito ser um desconhecido.  Por conta disso, muitos não querem apenas alcançar o panteão da fama, mas desejam também passar o seu modo de vida a um cortejo de “seguidores”: Ivete Sangalo comemorou a poucos dias 1 milhão deles. Agora foi a vez de Luciano Huck superar a barreira de 2 milhões. No mundo, a campeã de “seguidores” chama-se Britney Spears – uma pessoa cuja trajetória de vida nada tem a oferecer de virtude ou a ser imitado, mas 5 milhões de pessoas acham que tem.

No meio evangélico também é assim.  Certa “cantorinha” gospel, uma das campeãs de popularidade, usa esse instrumento para enviar pérolas de futilidade para o deleite de seus fãs. Seu espírito adolescente encontra eco no infantilismo da fé de seus seguidores. Não pude deixar de pensar que tudo isso é como um  grande “Big Brother” gospel: de um lado os voyeurs querendo saber da vida alheia, e de outro quem se julga especial para dizer as coisas mais irrelevantes possíveis, como:   “indo dormir....” ou “trocando fraldas do bebê...”. Os que estão do lado de cá provavelmente querem se ver realizados projetando suas vidas sobre o seu objeto de veneração.  Sinceramente, eu não sei onde isso vai parar.

Talvez tudo isso ocorra porque, assim como ocorre no mundo secular, crente também não gosta de caminhar ao lado de gente obscura – prefere os que carregam a aura da fama.

Porém, indo na contramão desses valores que se instalaram na alma de muita gente, o Evangelho – aquele verdadeiro – nos remete a uma forma diferente de vida. Nele, seus fiéis serão reconhecidos por Jesus justamente porque são anônimos.

É verdade que na bíblia encontramos alguns homens e mulheres que se destacaram. Mas, diga-se de passagem, que foi pela fé e amor que tiveram, e não pela capacidade de aglutinar fãs. Mas são a exceção, não a regra.

Sim, o Reino de Deus é assim: constituído por anônimos como a semente que cresce invisível e silenciosamente durante a noite. Mesmo quando se destacam fazendo boas obras devem ser transparentes e “invisíveis” o suficiente para que o Pai que está nos céus seja glorificado (Mt 5.16), jamais eles próprios.

Louvo a Deus pelos simples da bíblia ao qual nunca saberemos seus nomes, mas que deixaram a sua marca e fizeram a diferença por onde passaram.

Todos se lembram de Eliseu, mas qual o nome daquela menina judia, serva da mulher de Naamã,  que disse a ela que em sua terra havia um profeta que poderia ajudar o seu amo? Se aquela adolescente tivesse calado não haveria a cura e a conversão daquele general ao Senhor.

Qual o nome daquele garoto que se apresentou generosamente aos discípulos oferecendo tudo o que tinha – cinco pães e dois peixinhos – para alimentar uma multidão de famintos, possibilitando a Jesus fazer a multiplicação?

Qual o nome daquela mulher samaritana que entabulou conversa com Jesus, se converteu e em poucas horas tornou-se uma missionária chamando toda uma cidade para segui-la e ver  a Cristo?

Quem era aquela mulher siro-fenícia que confrontou a Jesus, dizendo que até os cachorrinhos comem do que cai da mesa?

Que fim teve aquele oficial romano que disse a Jesus para “mandar uma palavra” e o seu servo seria imediatamente curado?

São todos eles gente “sem nome”, que escreveram com suas vidas o Evangelho. Sabemos os nomes dos líderes e dos pastores, mas a  uma igreja só é possível subsistir se ela tiver inúmeros anônimos que fazem os arranjos de flores para a beleza do altar, consertam as goteiras no telhado,  cantam no coral (se solassem não seriam anônimos), se organizam para os mutirões, mas não recebem salários, nem têm seus nomes colocados em placas. Ao entrarem em seus quartos para orar, abrem as portas das prisões e sustentam a vida de milhares de cristãos pelo mundo afora.

O verdadeiro povo de Deus não é do barulho, das marchas, das gritarias nas rádios, da verborragia no ar, do “essa cidade vai ser abalada”... O povo de Deus tem uma presença santa e silenciosa. No século III Cipriano, viveu uma juventude dissipada e pagã converteu-se aos 35 anos para Cristo, ao conhecer os primeiros cristãos.  Escrevendo ao seu amigo Donato, contou:
“Vejo neste mundo bandidos nas estradas, piratas no mar, homens assassinados para agradar as multidões nos anfiteatros, e sob todos os tetos miséria e egoísmo. É realmente um mundo mau, Donato, um mundo incrivelmente mau. No entanto, no meio dele, encontrei um povo quieto e santo. Eles descobriram uma alegria que é mil vezes melhor do que qualquer prazer desta vida de pecados. Eles são desprezados e perseguidos, mas não se importam. Eles venceram o mundo. Este povo, Donato, são os cristãos... e agora eu sou um deles”. (Forging a  Realworld Faith, Gordon MacDonald -  Comentario na Bíblia Devocional Max Lucado). 

Povo silencioso, santo, pacífico, cordato, diferente e anônimo. Fazem suas orações, cantam seus hinos, abençoam as pessoas, perdoam quem os ofende, temperantes, respeitáveis, sensatos (Tt 2.2), se contenta com as coisas que tem (1Tm 6.8), fala com mansidão aos que se opõem (2Tm 2.25), um povo que ora em favor de todos os homens e dos que se acham investidos de autoridade, para que possam viver  “vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (1Tm 2.1-2).

Não se espante se na descrição acima você não viu o povo que você conhece como cristão. De fato, o que existe aí foi seduzido por “outro” evangelho que abandonou há muito esses valores. Mas você, não. Deus o chama para se juntar àqueles poucos que são fiéis e que provavelmente não serão conhecidos por mais que uma centena de pessoas por toda a existência. Não se preocupe, porque Deus o conhece e escreverá o seu nome no Livro da Vida. Isso é o que realmente conta.

Por Pr. Daniel Rocha - dadaro@uol.com.br

Por Cris Corrêa
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